sábado, 23 de janeiro de 2010

Buscas se encerram no Haiti, diz ONU; morte chegam a 111.499

23 de janeiro de 2010 07h31  

Equipes de resgate chegam ao local onde um prédio desabou para procurar por vítimas Foto: AP Equipes de resgate chegam ao local onde um prédio desabou para procurar por vítimas
22 de janeiro de 2010



O governo do Haiti declarou encerrada a fase de buscas e resgate de vítimas do terremoto que devastou o país na semana passada, segundo comunicado divulgado neste sábado pela Organização das Nações Unidas (ONU).
A decisão foi tomada mesmo após o resgate com vida, na sexta-feira, de duas novas vítimas, após passarem dez dias sob os escombros.
Uma das vítimas era uma mulher de 84 anos, retirada em estado grave das ruínas de sua casa na capital haitiana, Porto Príncipe, com uma severa desidratação e ferimentos profundos.
Segundo os membros da equipe que a resgataram, ela mal se mexia, tinha ferimentos por todo o corpo e vermes, que se alimentam de carne em decomposição. Ela foi levada ao hospital principal de Porto Príncipe.
Uma equipe de resgate israelense também retirou mais tarde um homem de 22 anos dos escombros de sua casa. Ele saiu debilitado, mas em condição estável, e contou ter sobrevivido bebendo a própria urina.
Ele ficou preso em um bolsão de ar criado pelos móveis de sua casa que caíram sobre ele quando o imóvel desabou.
111.499 mortes confirmadas
O Ministério do Interior haitiano divulgou nesta sexta-feira o número oficial de 111.499 mortes confirmadas no terremoto de magnitude 7 que atingiu a região da capital do país no dia 12 de janeiro.
Estima-se, porém, que o número final de mortos possa chegar a 200 mil.
Segundo o comunicado do Ministério do Interior, ao menos 193.891 pessoas ficaram feridas com o tremor, que afetou ao menos 3 milhões de pessoas, de acordo com estimativas da ONU.
Cerca de 610 mil pessoas estão desabrigadas e vivendo em campos improvisados na capital, segundo o governo. Na quinta-feira, o governo haitiano havia anunciado a transferência de 400 mil pessoas para campos de desabrigados em outras cidades do país menos afetadas.
Segundo a estimativa da ONU, mais de 130 mil pessoas desabrigadas já deixaram a capital, aproveitando as ofertas do governo de transporte gratuito para cidades no norte e no sudoeste do país.
Ajuda humanitária
O comunicado das Nações Unidas deste sábado afirma ainda que os esforços de ajuda humanitária deverão ser intensificados nas cidades afetadas pelo tremor.
Muitas vítimas do terremoto reclamam que a ajuda não tem chegado até elas. Em muitos campos de desabrigados, falta água potável, e a distribuição de alimentos é difícil.
Apesar disso, a vida em Porto Príncipe começa a voltar à rotina, com lojas abrindo e ônibus voltando a circular.
Mas as preocupações com segurança permanecem. Na sexta-feira, o chefe da polícia na região da favela Cité Soleil, Aristide Rosemont, apelou por ajuda para combater a violência na região, após relatos de saques e roubos.
Cerca de 5 mil prisioneiros conseguiram fugir da principal cadeia de Porto Príncipe durante o terremoto. Muitos deles seriam membros de gangues criminosas de Cité Soleil e teriam retornado à favela.
Show
O ator americano George Clooney organizou um evento nesta sexta-feira para arrecadar fundos para as vítimas do terremoto que devastou o Haiti na semana passada.
Músicos como Sting, Madonna, Bruce Springsteen, Beyoncé, Bono e Justin Timberlake se apresentaram em palcos em Nova York, Los Angeles e Londres.
O evento contou com a participação de todas as redes de TV americanas, e as músicas apresentadas estarão disponíveis para venda no site iTunes.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Novo tremor atinge o Haiti

20/01/2010 - 09h30

Do UOL Notícias*
Em São Paulo
Atualizada às 14h20

Um novo tremor atingiu o Haiti na manhã desta quarta-feira (20). Segundo informações do Centro de Pesquisas Geológicas dos EUA, o tremor foi de 6,1 graus na escala Richter, mas ainda não há informações de feridos e prejuízos causados pelo terremoto.

"Parecia que estava surfando no chão", relata correspondente sobre novo tremor no Haiti


Diversos tremores secundários vêm atingindo o país oito dias depois do terremoto de 7 graus que causou ao menos 75 mil mortes, mas o tremor desta quarta é o maior desde então. Além dos mortos, o governo calcula que 250 mil ficaram feridos e um milhão, desabrigados. Se a estimativa do governo se concretizar, serão 200 mil mortes causadas pela tragédia da semana passada.

O tremor desta quarta aconteceu às 6h03 (9h03 de Brasília), a cerca de 59 km da capital Porto Príncipe e a 9,9 km de profundidade. Jornalistas da agência AP relataram que o tremor sacudiu prédios e pessoas foram vistas correndo pelas ruas. Segundo a agência Efe, edifícios que estavam comprometidos pelo tremor do dia 12 desabaram. Já os repórteres da agência AFP relataram que na região do bairro de Petionville o tremor foi sentido durante dez segundos.

Apesar da intensidade do terremoto, não foi ativado um alerta de tsunami na região. No último sábado, um tremor de 4,5 graus na escala Richter também foi registrado no país caribenho.

Com medo dos novos tremores, milhares de moradores da capital haitiana dormem nas ruas da cidade desde a semana passada. Segundo a agência AFP, em uma praça pública convertida em dormitório coletivo, uma mulher começou a rezar em um megafone após o tremor de hoje. Em outra praça, em frente ao hotel Kinam, pessoas corriam pela rua e algumas gritavam dizendo que era o fim do mundo.

As equipes de busca e resgate de pessoas da ONU estão se mobilizando para estabelecer se o terremoto que sacudiu hoje o Haiti causou novas vítimas, confirmou o Escritório para a Coordenação de Assuntos Humanitários (Ocha) da ONU.

"Nossas equipes no terreno estão a salvo e os especialistas em resgate foram às ruas para ver se o novo tremor provocou desabamentos adicionais e se há mais gente que ficou presa entre os escombros", disse à Agência Efe a porta-voz do Ocha, Elizabeth Byrs.

21 brasileiros mortos na tragédia
O Itamaraty confirmou, nesta quarta-feira (20), que foi encontrado o corpo de uma brasileira civil no Haiti. De acordo com informações da chancelaria brasileira, a mulher também tem nacionalidade francesa e mora na Europa, onde o corpo será sepultado. A família não autorizou a divulgação do nome da vítima. Este é o terceiro civil que morre na tragédia do último dia 12 de janeiro. Com isso chega a 21 o número total de brasileiros mortos no Haiti: 18 militares e três civis.

Mais cedo, nesta quarta-feira, o Exército Brasileiro informou, por meio de nota oficial, que foi encontrado o corpo de mais um militar no Haiti. Foi localizado o corpo do major Márcio Guimarães Martins, que era dado como desaparecido desde o último dia 12 de janeiro, quando ocorreu o forte terremoto no país.

O major Guimarães servia na Brigada de Infantaria Paraquedista e exercia a função de oficial de Estado-Maior do Batalhão de Infantaria de Força de Paz do Haiti (Brabatt), no 12º Contingente Brasileiro da Missão.

Além dos militares e da brasileira encontrada hoje, morreram durante o terremoto a fundadora da Pastoral da Criança, Zilda Arns, e Luís Carlos da Costa, segunda maior autoridade civil da ONU no Haiti.

121 resgatados dos escombros
As equipes de socorro internacionais salvaram até o momento 121 pessoas presas nos escombros do terremoto que devastou o Hati na terça-feira (12), informou nesta quarta-feira a Agência de Coordenação de Assuntos Humanitários da ONU (OCHA).

Muitos sobreviventes foram retirados dos escombros na terça-feira, uma semana depois da catástrofe, afirmou a porta-voz da OCHA em Genebra, Elisabeth Byrs. "São os salvos por um milagre no sétimo dia", afirmou.

O medo de violência e saques diminuiu no Haiti ao passo que tropas norte-americanas davam segurança para a distribuição de água e alimentos.

Ministério da Saúde organiza doações e voluntários na ajuda ao Haiti

19/01/2010 , às 17h08



Brasil enviará mais 20 kits com diversos produtos de saúde para atendimento a população haitiana e técnicos identificarão as necessidades de saúde do Haiti.

Instituições públicas ou privadas que queriam doar medicamentos, insumos de saúde ou enviar profissionais de saúde para compor a ajuda brasileira ao Haiti, contam a partir desta terça-feira (19) com um sistema na internet para cadastrar a sua doação ou serviço. Profissionais de saúde autônomos também podem se inscrever no cadastro reserva do Ministério da Saúde. Técnicos do Ministério da Saúde viajam nesta semana ao país, onde identificarão as necessidades para a reorganização do sistema de saúde local. O Brasil também enviará mais 20 kits com duas toneladas de diversos produtos de saúde para atendimento a população haitiana.

O cadastro poderá ser feito nos seguintes endereços: para medicamentos e insumos (http://formsus.datasus.gov.br/site/formulario.php?id_aplicacao=3646) e para profissional de saúde (http://formsus.datasus.gov.br/site/formulario.php?id_aplicacao=3647) e será analisado pelo Ministério da Saúde. O envio dos medicamentos, insumos e de profissional de saúde observará a demanda proveniente do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República que coordena a ação de apoio ao Haiti. Assim, as instituições ou pessoas interessadas em doar devem se cadastrar e aguardar a comunicação do Ministério da Saúde.

Várias instituições de saúde sinalizam a disponibilidade de doar medicamentos e insumos ao Haiti. A Fiocruz/Ministério da Saúde ofereceu 40 toneladas de medicamentos para doação ao país. São analgésicos, antiinflamatórios, anti-hipertensivos, sais para a reidratação oral, entre outros, que já fazem desse banco de dados criado pelo Ministério da Saúde. “Nós estamos organizando o estoque de doações relacionadas ao setor saúde. Assim o envio observará as orientações do GSI”, explica o Diretor do Departamento de Vigilância Ambiental, Guilherme Franco Netto, que coordena o grupo de resposta do Ministério da Saúde.

Guilherme Franco explica que a resposta do setor saúde se dará em três fases. No curto prazo, o resgate de pessoas. A oferta de serviços de saúde temporários vem em seguida, com os hospitais de campanha e atividades de prevenção e controle de doenças transmissíveis, uma etapa de médio prazo. Finalmente, será feita a estruturação do sistema de saúde haitiano, um trabalho de médio a longo prazo.

O Ministério da Saúde já enviou 20 kits de medicamentos e insumos estratégicos para a assistência farmacêutica ao Haiti. O material é suficiente para atender 10 mil pessoas por um período de três meses. Outros 20 kits serão encaminhados até a próxima semana. Cada kit contém antiinflamatórios, antibióticos, anti-hipertensivos, diuréticos, analgésicos, para o combate a dermatoses e sais de reidratação oral, além de seringas, luvas, esparadrapos e hipoclorido de sódio, para o tratamento de água potável, entre outros componentes. “Estamos nos organizando para oferecer o máximo de ajuda às vitimas do terremoto”, explica Franco Netto. O envio da ajuda brasileira obedece à estratégia de prioridades do Ministério da Defesa, de acordo com as deliberações do GSI/PR.

VOLUNTÁRIOS - Cerca de 500 profissionais da Rede do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), dos Hospitais do Rio de Janeiro e do Grupo Hospitalar Conceição, do Rio Grande do Sul, entre outros estão à disposição do Ministério da Saúde para atender o governo haitiano assim que solicitado. Quando demandado, serão enviados prioritariamente ao Haiti equipes de saúde do Sistema Único de Saúde que possuem experiência em situação de desastres, urgência e emergência e traumatologia, entre outras especialidades a serem definidas.

O grupo de trabalho do Ministério da Saúde é responsável pela organização da resposta na área de saúde às vitimas do terremoto do Haiti. A partir do banco de dados que está sendo elaborado por meio do cadastro, o grupo organizará o estoque de medicamentos, insumos estratégicos, equipamentos hospitalares e profissionais de saúde disponíveis para atender as demandas e a articulação com o Ministério da Defesa.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

MALDADE



FAÇO PARTE DO SITE PORTAL DO VOLUNTARIO, UM PORTAL SÉRIO QUE CADASTRA PESSOAS INTERESSADAS EM TRABALHO VOLUNTÁRIO. DIANTE DA SITUAÇÃO DO HAITI MONTEI UMA AÇÃO NO SITE QUE SE CHAMA S.O. S HAITI, NO QUAL DIVULGUEI CONTAS REAIS DA CRUZ VERMELHA, DA EMBAIXADA DO HAITI, TODAS QUE CONSEGUI ATRAVEZ DE EMAIL QUE MANDEI.
NO SÁBADO DIA 16/01/2010 RECEBI DE UM PARTICIPANTE UM EMAIL QUE ESTAVA RECRUTANDO JUNTO COM A EMBAIXADA DO HAITI VOLUNTÁRIOS DA SAÚDE PARA EMBARCAR NO DIA 18/01/2010 PARA BRASÍLIA E DE LA PARA O HAITI. MEDIANTE A INFORMAÇÕS NÃO SÓ EU COMO OUTRAS PESSOAS ENVOLVIDAS NA CAUSA, ENTRAMOS EM CONTATO COM O INDIVIDUO PARA SOLICITAR INFORMAÇÕES. O MESMO NOS PASSOU INFORMAÇÕES TÃO CONFIAVÉIS QUE VÁRIOS COLEGAS DA ÁREA DA SAÚDE ABANDONARAM SEUS TRABALHOS, FAMILÍAS, OU SEJA, TUDO PARA AJUDAR O HAITI.
CHEGANDO A BRASILIA ONTEM FOI DESCOBERTO QUE TUDO NÃO PASSAVA DE UM GOLPE, MAIS UM GOLPE, COMO PODE O SER HUMANO APLICAR GOLPES EM PESSOAS DISPOSTAS A AJUDAR E TAMBÉM APROVEITANDO DA SITUAÇÃO DESESPERADORA QUE SE ENCONTRA O HAITI HOJE.
ESTOU INDIGNADA, NÃO IMAGINAVA QUE A CAPACIDADE DE MALDADE DO SER HUMANO CHEGASSE TÃO LONGE, COMO PODE USAR DE UMA TRAGÉDIA PARA APLICAR GOLPES EM OUTRAS PESSOAS!
REALMENTE ESTOU INDIGNADA, SEM PALAVRAS PARA DESCREVER O QUE ESTOU SENTINDO NO MOMENTO, NÃO SÓ EU MAIS COMO TODOS OS MEUS COLEGAS QUE SE COLOCARAM Á DISPOSIÇÃO PARA SIMPLISMENTE AJUDAR.
PEÇO A TODOS TOMEM CUIDADO COM AS INFORMAÇÕES QUE CHEGAM ATÉ VOCÊS, TODOS OS ENDEREÇOS, CONTAS, POSTOS DE ARRECADAÇÃO QUE POSTEI NO BLOG PESQUISEI EM SITES OFICIAIS, RECEBI EMAILS DE CONFIRMAÇÃO.
NÃO VAMOS DEIXAR QUE UMA PESSOA QUE NÃO TEM CARATÉR, NÃO TEM BOA ÍNDOLE, NÃO TEM O MÍNIMO DE COMPAIXÃO COM O SOFRIMENTO DO PRÓXIMO ACABEM COM UMA CORRENTE QUE DESEJA SOMENTE FAZER O BEM!
ESPERO QUE AUTORIDADES VEJAM O QUE ESTÁ ACONTECENDO E TOMEM UMA ATITUDE PARA QUE NÃO FIQUEM IMPUNES, POIS ISSO FOI CRUELDADE, CONTINUEM COM A CORRENTE DO BEM!

Veja como ajudar as vítimas do terremoto no Haiti

Doação de alimentos:
As Defesas Civis estaduais abriram cadastro para doação de bens. As prioridades são alimentos de pronto consumo (sem necessidade de água ou condimentos para preparo), como biscoitos, barras de cereais, frutas desidratadas, proteínas enlatadas (atum, sardinha) e bebidas engarrafadas (água, sucos, achocolatados). Os bens devem ter prazo de validade de, no mínimo, 3 meses.
Para fazer doações, é preciso entrar em contato com a Defesa Civil do seu estado (a lista de telefones está no site www.defesacivil.gov.br), informar o que pode ser doado e a disponibilidade de entregar os bens na cidade do Rio de Janeiro (RJ). Em seguida, é preciso esperar o retorno da instituição, que informará local e data para efetuar a doação.

Doações em dinheiro:
Embaixada da República do Haiti
Banco: Banco do Brasil
Agência: 1606-3
CC: 91000-7
CNPJ: 04170237/0001-71
Comitê Internacional da Cruz Vermelha
Banco: HSBC
Agência: 1276
CC: 14526-84
CNPJ: 04359688/0001-51
Movimento Viva Rio
Banco: Banco do Brasil
Agência: 1769-8
CC: 5113-6
CNPJ: 00343941/0001-28
ActionAid
As doações pode ser feitas pelo Apelo Haiti: 0300 789 8525.
Caixa Econômica Federal
Agência: 0647
Operação: 003
CC: 600-1 (em nome do PNUD - Haiti)

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Situação dos atingidos pelo terremoto no Haiti é desesperadora, diz Cruz Vermelha

A situação de milhares de pessoas nas ruas de Porto Príncipe, castigadas pelo sol, é "desesperadora", enquanto que os hospitais da capital haitiana não têm mais espaço para atender o incessante fluxo de feridos, explicou neste domingo o porta-voz do Comitê Internacional da Cruz Vermelha, Simon
Schorno.
A grande praça de Champ de Mars está lotada por milhares de pessoas que perderam tudo."Alguns encontraram um pouco de sombra, mas a grande maioria está sentada em pleno sol. Os odores de urina são opressivos", disse Schorno, que conseguiu visitar a maioria dos bairros da capital. Segundo o CICV, dezenas de milhares de sobreviventes, temendo réplicas do terremoto, passaram sua quinta noite nas ruas ao lado dos milhares de corpos em decomposição que ainda não foram recolhidos. "Há corpos inchados em decomposição nas ruas, um líquido amarelo sai de muitos deles. As motos e os automóveis tentam desviar, mas ninguém olha para eles", segundo Schorno.

Demora na ajuda

A ajuda internacional maciça esperada ansiosamente por milhões de pessoas atingidas demora a chegar, reconhece o CICV. "O acesso às barracas, aos banheiros, à água, aos alimentos e aos cuidados médicos continua sendo muito limitado", segundo os especialistas da organização humanitária no local.
Tanto o CICV, como a ONU, consideram também que a situação nos hospitais é muito preocupante. "As estruturas médicas de Porto Príncipe não têm pessoal e medicamentos. Os hospitais não têm espaço, estão lotados", explica o CICV em seu comunicado. No único hospital de campanha, que funciona no bairro de Martissant, há apenas quatro médicos para 400 pacientes. "O hospital está completamente saturado e dezenas de feridos e doentes esperam na porta". Cerca de cinquenta médicos estrangeiros são aguardados, "mas, para alguns pacientes, talvez seja tarde demais", acrescenta.


http://videos.band.com.br/v_46937_militares_brasileiros_que_atuavam_no_haiti_relatam_terremoto.htm

ENDEREÇO DA EMBAIXADA DO HAITI PARA DOAÇÕES

Consulado-Honorário da República do Haiti - Rio de Janeiro - RJEndereço: Praça Pio X, 17-A, 14° andar
Cidade: Rio de Janeiro
Estado: Rio de Janeiro
Pais: Brasil
CEP: 20040

cadastro de voluntarios

www.defesacivil.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=46

voluntario

Defesa Civil A Defesa Civil do Paraná abriu hoje um cadastro para pessoas que queiram auxiliar as vítimas do terremoto. O Brasil ainda está definindo que tipo de ajuda dará, por isso o cadastramento é preliminar e não significa que os interessados serão chamados, segundo informações do governo do Estado. A Secretaria Nacional de Defesa Civil, ligada ao Ministério da Integração Nacional, é que poderá solicitar a convocação dos voluntários. Segundo informações preliminares, alguns do Rio de Janeiro e de Brasília teriam sido chamados. Para se cadastrar não há necessidade de nenhum perfil ou formação específica. No entanto, há expectativa que o Haiti necessite principalmente de profissionais de saúde e engenheiros. O cadastramento está sendo feito por meio do site www.defesacivil.pr.gov.br

domingo, 17 de janeiro de 2010

POSTO DE COLETA NO RIO DE JANEIRO

As doações podem ser alimentos não perecíveis,remédios e água. O mercadão de Madureira é um dos postos de coleta.
ACABEI DE RECEBER ESTA INFORMAÇÃO DA PATRICIA DO SITE :
 

VAMOS COLABORAR GALERA
                                                             ABRAÇO A TODOS

PORQUE AJUDAR O HAITI?

Olá sou Enfermeira e diante da situação atual no HAITI me senti na obrigação de divulgar no meu orkut sites,contas para ajudarem as vitimas deste terrivel terremoto.Já trabalehi como voluntária e não existe gratificação maior em ver o seu trabalho ajudando pessoas que você nem imagina e que realmente necessitam da sua ajuda,isso não tem preço.
A pobreza
A pobreza do país é resultado de uma história de muito tempo – dois séculos – de violência, roubalheira e perseguição de outros países. O Haiti era uma colônia francesa
até o início do século 19. Os escravos não aceitaram sua dominação e lutaram para se tornar livres, o que aconteceu em 1803. Mas os franceses foram embora, deixando
tudo para trás: um país destruído pela guerra.
O terremoto
Qualquer terremoto em que tanta gente tivesse morrido e tanta coisa tivesse sido destruída seria uma tragédia, não importando o país. O que torna tudo pior no Haiti é que o país é o mais pobre das três Américas – do Sul, Central e do Norte – e já dependia da ajuda dos outros países do mundo para ter as coisas básicas, como remédios e comida.
As condições sanitárias precárias existentes no Haiti ficam ainda maiores em uma situação como essa e acabam facilitando o aparecimento de enfermidades como hepatite A, diarreia infecciosa, cólera e leptospirose, entre outras. Água e alimentos contaminados são as principais fontes de transmissão. Outro problemas são as bactérias que podem se proliferar entre os feridos, tratados em condições que estão longe de serem consideradas ideais.
O subdiretor da Organização Pan-americana da Saúde, Jon Andrus, disse que os milhares de corpos em estado de putrefação não é a ameaça mais grave à saúde pública. O risco é maior se os corpos entrarem em contato com água, causando contaminação.
VAMOS TODOS AJUDAR

POR FAVOR QUEM NÃO PUDER CONTRIBUIR COM O MÍNIMO DE R$ 10,00 POR FAVOR DIVULGUEM ESSA CONTA.QUE DEUS ABENÇOE TODOS. 

Nome: Embaixada da República do Haiti Banco: Banco do Brasil 
Agência: 1606-3
CC: 91000-7 
CNPJ: 04170237/0001-71
O Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) também recebe doações só em dinheiro. Segundo Silvia Backes, coordenadora do CICV no Brasil, a entidade não recebe outros tipos de doações, como roupas, devido à dificuldade de enviá-las ao país. Ela diz que há uma equipe de ajuda emergencial da Cruz Vermelha saindo de Genebra com toneladas de doações e com equipes de médicos.
Para doar ao CICV, use a conta corrente abaixo:
Nome: Comitê Internacional da Cruz Vermelha 
Banco: HSBC Agência: 1276
CC: 14526-84 
CNPJ: 04359688/0001-51